domingo, 29 de dezembro de 2013
10 mandamentos para um casamento feliz para sempre!
1 – Respeite a individualidade e a privacidade do outro;
2 – Mantenha a autoestima e a preocupação com o bem-estar sempre em alta. Fazer as unhas, cuidar dos dentes, do cabelo, um bom soutien… (não é porque casou que o marido está conquistado para sempre);
3 – Cultive sonhos em comum e compartilhe os mesmos objetivos para a vida a dois;
4 – Certas verdades dolorosas nunca podem ser ditas, pois vão magoar e deixar feridas incuráveis. Nunca minta, mas omita;
5 – mantenha a discrição na hora de ir ao banheiro e fazer a higiene pessoal;
6 – Não deixe que parentes próximos, como sogro, sogra, irmãos e amigos interfiram na vida a dois;
7 – Crie momentos a dois com surpresinhas inusitadas, como um jantar fora de surpresa, no meio da semana, ou cineminha bem romântico;
8 – Aprender a ceder, tanto você quanto ele. Casamento não é uma competição. A vitória é para os dois!
9 – Mesmo tendo filhos, reserve momentos só para vocês namorarem. Aposte em lingeries, hotéis bacanas e tudo o que possa apimentar a relação;
10 – Evite gritos e falta de respeito. Desgasta até chegar um ponto de não ter mais admiração mútua
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Parada cardio respiratória
O Que é:
A
parada cardio respiratória é caracterizada pela parada repentina do
coração, que pode levar à morte em poucos minutos se o indivíduo não for
rápida e corretamente atendido. Assim que se verifique os sintomas da parada cardíaca, o que se deve fazer é chamar uma ambulância e em seguida iniciar uma massagem cardíaca.
Quando
o coração deixa de bater, consequentemente o indivíduo deixa de
respirar e a fata de oxigênio no cérebro leva à morte dos neurônios que
pode gerar como sequela uma lesão cerebral irreversível em alguns casos.
O que fazer na parada cardio respiratória
O primeiro passo a seguir numa parada cardio respiratória é chamar uma ambulância ligando para o número 192.
A
seguir é preciso verificar se o indivíduo consegue respirar e seu
coração ainda continua batendo. Se estes sinais estiverem ausentes,
deve-se:
- Deitar a vítima no chão de barriga para cima;
- PosicionR a cabeça da vítima um pouco para trás, deixando o queixo mais para cima;
- Apoir suas mãos abertas uma sobre a outra, com os dedos para cima, você vai usar somente a palma da mão;
- Colocar suas mãos, sobre o lado esquerdo do peito da vítima (no coração) e deixe os seus próprios braços esticados;
- Empurrar as suas mãos com força e rapidamente sobre o coração contando 2 empurrões por segundo (compressão cardíaca);
- Faça a compressão cardíaca 30 vezes seguidas e a seguir jogue o ar de sua boca na boca da vítima;
- Repita esse procedimento sem interrupção verificando se a vítima voltou a respirar.
Este procedimento é chamado de Reanimação cardiopulmonar (RCP) e foi alterado em 2010, pela American Heart Association.
BRINQUEDOS INADEQUADOS PARA CRIANÇAS
Produtos considerados inadequados ou inapropriados para a idade das crianças podem trazer sérios riscos à saúde.
“Antes de mais nada, é preciso que o produto respeite regras básicas de segurança. Dessa forma é possível comprar o brinquedo dos sonhos das crianças sem colocar a saúde em risco”, afirma Sérgio Sarrubo, diretor do hospital estadual Darcy Vargas, unidade da Secretaria na capital paulista especializada em assistência médica pediátrica.
Veja algumas dicas:
· Brinquedos com ruídos excessivos podem causar danos à audição;
· Evite brinquedos com formas e cheiros que imitem alimentos; as crianças tendem a engoli-los;
· Atenção aos brinquedos que possuem partes cortantes ou pontiagudas, que podem ocasionar ferimentos;
· Em hipótese alguma adquira brinquedos compostos por substâncias tóxicas ou de fácil combustão;
· Brinquedos têm, sim, prazo de validade. Verifique o prazo de validade e as condições de garantia do brinquedo;
· Atenção especial a brinquedos que possam levar a sufocamento, como cordas, balões ou peças muito pequenas;
· Adquira o brinquedo de acordo com a faixa etária ou idade do
seu filho. Por lei, os fabricantes devem transmitir essa informação no
rótulo;
· Verifique se a embalagem do brinquedo possui informações sobre o fabricante (nome, CGC, endereço);
· Evite brinquedos que possam ocasionar choque elétrico;
· Os brinquedos devem conter selo de segurança fornecido pelo
INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
Industrial).
PARADA CARDÍACA
Parada cardíaca
O que é:
A parada cardíaca é uma situação de emergência que
pode levar à morte em poucos minutos, se não for tratada rapidamente. Nesta
situação, o coração está gravemente comprometido e deixa de bater ou passa a
bater muito lentamente, de forma insuficiente.
Sintomas de
parada cardíacaAntes da pessoa apresentar uma parada
cardíaca, ela pode sentir:
- Dor forte no peito, abdômen e nas costas
- Dor forte de cabeça
- Falta de ar ou dificuldade em respirar
- Enrolar a língua, apresentando dificuldade em falar
- Dor ou formigamento no braço esquerdo
- Fortes palpitações
Uma parada
cardíaca pode ser suspeitada quando a vítima:
- É encontrada desacordada
- Não responde quando chamado
- Não respira
- Não tem pulso
Primeiros
socorros em caso de parada cardíaca
Em primeiro lugar, chamar uma ambulância
ligando para o número 192 ou 193. Em seguida, iniciar, o
mais rápido possível, a massagem cardíaca, descrita em detalhes
abaixo:
- Deite a vítima no chão de barriga para cima;
- Posicione o queixo da vítima mais para cima, para facilitar a respiração;
- Abra a boca da vítima, para facilitar a entrada de ar;
- Posicione suas mãos sobre o coração da vítima, como mostra a imagem;
- Empurre as suas mãos com força e rapidamente sobre o coração, na velocidade de mais de 100 empurrões por 2 minutos. A cada 2 minutos, observar se o paciente respira ou responde. Caso contrário, continuar as massagens até a chegada do socorroCausas da parada cardíaca
As causas da parada cardíaca podem ser:
- Choque elétrico
- Choque hipovolêmico
- Envenenamento
- Doença cardíaca (infarto, arritmia, dissecção de aorta, tamponamento cardíaco, insuficiência cardíaca)
- Acidente vascular cerebral
- Insuficiência respiratória
- Afogamento
A parada cardíaca acontece, mais frequentemente, em
indivíduos com problemas cardíacos, doenças pulmonares crônicas, fumantes,
diabéticos, obesos, colesterol alto, triglicerídeos elevados ou em pessoas com
hábitos de vida pouco saudáveis e alimentação inadequada.
Como identificar
uma parada cardíaca
Para identificar a parada cardíaca, pode-se:
- Chamar a vítima para saber se ela responde
- Verificar se ela respira
- E, se possível, pesquisar se o coração está batendo, colocando a mão no pescoço do paciente, próximo a garganta
Tratamento para
parada cardíaca
O tratamento inicial para parada cardíaca é fazer o
coração voltar a bater o mais rápido possível. Isso pode ser conseguido através
da massagem cardíaca e/ou através do uso de um aparelho chamado desfibrilador,
que pode ser utilizado até mesmo na rua por profissionais capacitados. Quando o
coração volta a bater, é preciso fazer exames que evidenciem o que causou a
parada cardíaca, para que, assim, possa ser tratado e evitada nova parada
cardíaca. Em alguns casos, pode ser necessário o implante de um Marcapasso ou
até mesmo um CDI (cardiodesfibrilador implantável), pequenos aparelhos que
diminuem ou revertem a parada cardíaca.
Para diminuir a chance de sofrer uma parada
cardíaca, é necessário que o indivíduo tome regularmente os medicamentos para o
coração, tenha um estilo de vida saudável e evite o estresse.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Formação da Personalidade
Formação
da Personalidade
O desenvolvimento cognitivo do indivíduo se desenvolve ao longo da vida
através de diferentes fases que envolvem diversos processos mentais, um deles é
o processo de formação de conceitos que tem início na infância e amadurece e se
configura somente na puberdade. Durante a infância a criança adquire
capacidades de conceituação que constituem o início desse processo. A formação
de conceitos envolve todas as funções mentais superiores e é um processo mediado por
signos, estes constituem o meio para sua aquisição. Isto é, no que se refere à
formação de conceitos, o mediador é a palavra, ela é o meio para centrar
ativamente a atenção, abstrair determinados traços, sintetizá-los e
simbolizá-los por meio de algum signo.
O desenvolvimento é o aumento da capacidade do indivíduo na
realização de funções cada vez mais complexas.
Para uma definição mais completa e necessária diferenciar as noções
referentes ao crescimento e desenvolvimento:
CRESCIMENTO e o aumento do corpo, de ponto de vista físico.
Ele pode ser aumento de estatura ou de peso. A unidade de medida dele vai ser o
cm ou a grama. Os processos básicos dele: aumento de tamanho celular (chamado
de hipertrofia) ou aumento do numero das células (hiperplasia)
MATURAÇÃO e uma noção bem diferente – nesse caso, trata-se
de organização progressiva das estruturas morfológicas. Aqui entra: crescimento
e diferenciação celular, mielinização, especialização dos aparelhos e sistemas
DESENVOLVIMENTO: e um ponto de visto holístico, integrante dos
processos do crescimento e maturação, mas que junta a isto o impacto e o
aprendizagem sobre cada evento, e, também, a integração psíquicos e
sociais
O DESENVOLVIMENTO PSICO-SOCIAL – e, de fato a integração do
aspecto humano – o ser aprende a interagir e mover, respeitar as regras da
sociedade, a rotina diária – praticamente, a criança vai seguir os passos que
vão ter como finalidade a convivência com a sociedade cuja pertence.
O desenvolvimento neurológico começa, praticamente do momento da formação
do ovo. O funcionamento do sistema nervoso e o resultado das interações do
individuo com o meio ambiente, seja ele intra ou extra-uterino.
Descreve-se como um momento critico dum órgão o período de rápida
multiplicação celular que acontece dentro ele. Como o neurônio e uma célula que
não pode se dividir, então deve ser um período em qual o fundo neuronal aparece
– isto e ate seis meses de idade – daí a vulnerabilidade do sistema nervoso
central durante a gestação, parto , período pré-natal e os primeiros anos de
vida.
O cérebro possui um tal de plasticidade na idade jovem, especialmente nos primeiros anos de vida – isto e, o cérebro se forma de tal maneira como ele interage ou não com o mundo do seu redor – por isso, tudo que acontece nos primeiros anos de vida e fundamental para a estrutura neuropsíquica da criança. Também por isso, qualquer coisa nociva pode interagir negativamente com os processos provavelmente constam em formação de redes neuronais ou provavelmente a mudança de alguns parâmetros metabólicos – de qualquer jeito, nesse período e o momento de acostumar o raciocínio do novo individuo com as normas de vida, porque, quanto mais jovem e o sujeito, mais plasticidade cerebral ele tem.
O processo de desenvolvimento do SNC não e arbitrário, ele tem um plano gravado no código genético. O sentido de desenvolvimento e crânio-caudal e do centro ate periferia.
O cérebro possui um tal de plasticidade na idade jovem, especialmente nos primeiros anos de vida – isto e, o cérebro se forma de tal maneira como ele interage ou não com o mundo do seu redor – por isso, tudo que acontece nos primeiros anos de vida e fundamental para a estrutura neuropsíquica da criança. Também por isso, qualquer coisa nociva pode interagir negativamente com os processos provavelmente constam em formação de redes neuronais ou provavelmente a mudança de alguns parâmetros metabólicos – de qualquer jeito, nesse período e o momento de acostumar o raciocínio do novo individuo com as normas de vida, porque, quanto mais jovem e o sujeito, mais plasticidade cerebral ele tem.
O processo de desenvolvimento do SNC não e arbitrário, ele tem um plano gravado no código genético. O sentido de desenvolvimento e crânio-caudal e do centro ate periferia.
As principais aquisições que aparecem no desenvolvimento psicomotor do
recém-nascido são:
PRIMEIRO MÊS: Posição em flexão;Hipertonia generalizada;Reage
globalmente aos excitantes;So olha os objetos na linha de visão
SEGUNDO MÊS:Olha por alguns segundos um brinquedo;Sorride
(sorriso social);Balbucia;Segue com o olhar as pessoas em movimento
TERCEIRO MÊS:E capaz de manter a cabeça erguida;Reconhece a mãe.
QUARTO MÊS:Posto sentado mantém a cabeça erguida para frente;Fica
sentado com apoio um tempo;Usa a mão (estende a mão para pegar objetos);Olha
imediatamente o objeto mostrado;Ri alto;Brinca com suas mãos.
QUINTO MÊS:Faz diferença entre as pessoas conhecidas e aquelas
desconhecidas
SEXTO MÊS: Consegue virar do decúbito ventral no dorsal;Senta bastante tempo, com um leve apoio
SEXTO MÊS: Consegue virar do decúbito ventral no dorsal;Senta bastante tempo, com um leve apoio
SETIMO MÊS:Senta um tempo sem apoio;Emissão de silabas (“ma”,
“ta”, “pa”, “ba”);Manifesta medo de estranhos;Sacode chocalho;Toma alimentos
sólidos
OITAVO MÊS:Vira do abdome as costas e das costas ao abdome;Fica
de pé, apoiado de moveis
NONO MÊS:Levanta-se sozinho apoiando-se de grades;Faz passos
laterais na cama.
DECIMO MÊS:Engatinha;Pode andar com o pré-andador;Fica de pé,
apoiado nas grades da cama;Coloca um cubo numa taça sem soltar;As vezes, uma
palavra;Faz adeus, bate palmas
DÉCIMO-PRIMEIRO MÊS:Anda, sustentado pelas mãos;Entende mandamentos
verbais simples (comunicação preverbal).
UM ANO:Anda sustentado pela uma mão;Tem vocabulário
simples composto de duas palavras com significância clara (“mama, dada”);Solta
o cubo dentro da taça;Coopera no vestir
UM ANO E SEIS MESES:Corre teso;Faz torre de três cubos;Nomeia um
desenho;Come sozinho
DOIS ANOs:Sobe e desce escadas;Faz torre de 6 cubos;Formula
frase de três palavras;Coloca peças simples de roupa
TRÊS ANOS:Pedala no triciclo;Faz torre de 6 cubos;Diz seu
sexo;Põe os sapatos;Indica partes do seu corpo
QUATRO ANOS:Conta 4 moedinhas;Pode repetir 4 algarismos na
ordem dada
CINCO ANOS:Dizer o nome de 4 cores;Sabe a idade.
SEIS ANOS:Distinguir o lado direito de esquerdo;Distinguir a
manha de tarde
SETE ANOS:Sabe enumerar as dias da semana;Dizer o numero dos
dedos das mãos.
OITO ANOS:Contar de 20 a 0 (de trás para diante);Dizer os
nomes das moedas comuns
NOVE ANOS:Dizer a data;Enumerar os meses
DEZ ANOS:Ler um trecho fácil e repeti-lo da memória;Repetir
6 algarismos
Um aspecto importante do desenvolvimento neuromotor da criança e o
desenvolvimento das técnicas de auto - alimentação que seguem, praticamente o
desenvolvimento dos movimentos.
TECNICAS DE AUTO - ALIMENTAÇÃO E O CALENDARIO DE
DESENVOLVIMENTO
IDADE
|
PERFORMANÇAS DA BOCA
|
APTITUDES DAS MÃOS
|
MODALIDADES DE SE ALIMENTAR QUE
A CRIANÇA ESTA CAPAZ
|
Ate 5 meses
|
Reflexo de sucção (engole)
Reflexo de propulsão da língua Reflexo de fixação para sucção |
Controle fraco dos movimentos
da cabeça, pescoço e tronco
Aos três meses toca a boca com as mãos |
Engole líquido, mas empurra a
maioria dos objetos e alimentos sólidos fora da boca.
|
4-6 meses
|
Aperta o lábio superior ou
inferior quando uma colherinha e posta na boca
Movimentos de mastigação para cima e para baixo Pode transferir o alimento da cima para baixo da lingua para engolir O reflexo de propulsão da lingua e de fixação de sucção começam a desaparecer Abre a boca quando vê a colherinha aproximando-se |
Controle bom da cabeça
Senta apoiado Usa a mão para pegar objetos (preensão palmar) |
Pega puree ou outros alimentos
sólidos de uma colherinha
Toma quantidades pequenas de líquidos da xícara |
5-9 meses
|
Começa a controlar a posição do
alimento na boca
Movimentos de mastigação bidirecionais Posicionamento do bolo alimentar entre as maxilares, para a mastigação |
Começa a sentar sem apoio
Segue os alimentos com os olhos Começa a usar o polegar e o índex para pegar os objetos (pegar beliscando) |
Começa a consumir alimentos
cozidos
Come facil da colherinha Sustenta uma garrafa independemente, com duas mãos Bebe da caneca, borrifando Começa a se alimentar sozinho, com as mãos |
8-11 meses
|
Mexe os alimentos de um lado do
outro da boca
Pôe os lábios ao redor da margem da xícara Começa a mastigar de modo rotativo (movimento diagonal dos maxilares) |
Senta com facilidade Pega
objetos e traz na boca
|
Começa a consumir alimentos triturados
ou moídos e pedacinhos de alimentos moles
Começa a usar/experimentar a colherinha mas prefere comer com os próprios mãos Bebe de uma xícara, sem borrifar tanto |
12 meses
|
Mastiga rotativamente
(movimento diagonal dos maxilares) – a comida e movimentada dos lados
laterais ou centrais da boca
|
Coloca a colher dentro da boca
sozinho
Sustenta a xícara sozinho A coordenação mão/olho/boca e excelente |
Come alimentos moídos e pedaços
de alimentos pequenos preparados
Começa a se alimentar sozinho, com alguma ajuda |
Desenvolvimento Psicossocial
AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO PSICO- mostra a integração das funções
psíquicas a criança e as suas interações com o meio ambiente.
De fato, o desenvolvimento psico -social esta baseado numa teoria (Erik Erikson) que prediz que o desenvolvimento e o crescimento psicológico depende da interação com o médio ambiente. Conforme Erikson, cada fase e marcada pela uma crise entre uma vertente positiva e uma negativa, essencialmente sendo predominar a vertente positiva. Isto e praticamente um tipo de treinamento psicológico permanente, porque do modo que cada fase vai ser superada vai depender no futuro a capacidade do individuo de resolver os conflitos diários.
São, então, 8 estádios de desenvolvimento psico-social: CONFIANÇA/DESCONFIANÇA é o estádio que caracteriza o primeiro ano da vida. Por cada individuo a criança estabelece um sinal positivo (conhecido -confiante) ou negativo ( desconhecido/ desconfiante), isto, em relação com a mãe. Isso significa que, se a mãe não vai responder as suas necessidades, a criança vai desenvolver uma insegurança e uma confusão em reporto com o mundo. Uma boa relação mãe-filho vai resultar no desenvolvimento de um ambiente seguro, e a criança vai ter todas as atitudes para encarar o mundo.
De fato, o desenvolvimento psico -social esta baseado numa teoria (Erik Erikson) que prediz que o desenvolvimento e o crescimento psicológico depende da interação com o médio ambiente. Conforme Erikson, cada fase e marcada pela uma crise entre uma vertente positiva e uma negativa, essencialmente sendo predominar a vertente positiva. Isto e praticamente um tipo de treinamento psicológico permanente, porque do modo que cada fase vai ser superada vai depender no futuro a capacidade do individuo de resolver os conflitos diários.
São, então, 8 estádios de desenvolvimento psico-social: CONFIANÇA/DESCONFIANÇA é o estádio que caracteriza o primeiro ano da vida. Por cada individuo a criança estabelece um sinal positivo (conhecido -confiante) ou negativo ( desconhecido/ desconfiante), isto, em relação com a mãe. Isso significa que, se a mãe não vai responder as suas necessidades, a criança vai desenvolver uma insegurança e uma confusão em reporto com o mundo. Uma boa relação mãe-filho vai resultar no desenvolvimento de um ambiente seguro, e a criança vai ter todas as atitudes para encarar o mundo.
AUTONOMIA/DUVIDA E VERGONHA é a integração na sociedade significa o
conhecimento e o respeito por regra, interdição e ordem. A criança aprende
neste estádio a saber o que e permitido e o que não, mas já desenvolve uma
contradição. E importante deixar nesta época a criança explorar o mundo e o seu
próprio corpo. Agir a vontade e afirmar a identidade.
INICIATIVA/CULPA essa tipo um apêndice do estádio II mais de forma
madura. A criança, neste estádio já sabe o que e proibido e o que não mas ele
vai ser aquele que vai decidir – tomar a iniciativa ou não, assumir um papel ou
não. Nas brincadeiras ele assume o papel dos pais de uma profissão, desenvolve
os sentimentos de culpa neste estádio deve ensinar a criança ser o que
ele sonha ser, sem sentir culpa.
INDÚSTRIA/INFERIORIDADE, decorre na idade escolar, antes da
adolescência. Nessa época a criança trabalha no domínio dele – na escola,
sentindo-se competente. Neste estádio, a confiança, a autonomia e a iniciativa
e de uma importância fundamental para a criança poder-se sentir capaz e
competitivo. O sentimento de inferioridade (qualquer seja o lado dele) pode
levar os bloqueios cognitivos e atitudes regressivas. Nesta época a criança
deveria sentir-se INTEGRADA na turma da escola, porque e o momento de relacionamentos
interpessoais importantes.
IDENTIDADE/CONFUSÃO DE IDENTIDADE é característico para a adolescência,
a criança tenta saber qual e a sua identidade social, o seu papel no mundo e
consciência da singularidade. Nesta época passa o que se chama de “crise da
adolescência” . E o momento de “pagar as dividas”, expectativa parental e
grande, vem as provas da escola e das outras. Os laços familiares enfraquecem e
acabam perdendo-se, no exterior da família não existem outros pontos de
referencia e o individuo acaba sendo desorientado, não sabendo como lidar com a
nova vida
INTIMIDADE/ISOLAMENTO, marca o
período de 20-30 anos de idade, quando apareçam as primeiras relações intimas
com outras pessoas. O lado negativo que as vezes ococrre e o isolamento – são
as pessoas que não conseguem estabelecer compromissos nem troca de afetos.
7. GENERATIVIDADE/ESTAGNAÇÃO
E caracterizado pelo desejo do individuo de investir na sociedade em
qual ele se encaixa como componente, investir na nova geração, afirmação
pessoal no mundo de trabalho e da família. O lado negativo e o egocentrismo,
falta de compromisso social, falta de relações exteriores.
INTEGRIDADE/DESESPERO é a crise da terceira idade, e o lado positivo e
a perspectiva de integrar e contemplar o passado como uma realização. O lado
negativo e a depressão, quando tudo parece perdido e o individuo não consegue
superar esta etapa.
O DESENVOLVIMENTO PSICO-SOCIAL é o desenvolvimento da consulta geral
da criança,mesmo com um tempo curto para consultar, podemos utilizar vários
objetos e brinquedos para avaliar as capacidades da criança.
Cada etapa de desenvolvimento da criança esta baseada nas etapas anteriores – raramente a criança pula uma etapa. Constituam-se verdadeiro “marcos” de evolução que constituam a base dos instrumentos da avaliação.
A avaliação tem que ser feita do ponto de vista holístico, enquanto a avaliação exagerada de um ponto pode acabar vacilando em outro.
O Ministério de Saúde do Brasil adotou uma ficha estandardizada desde 1984, que foi ampliada e revista. Na presente versão ela tem ao lado do desenvolvimento maturativo, um marco e um indicador psíquico. Cada faixa de idade tem 4 indicadores: maturativo, psicomotor, social e psíquico. Existem, também, indicações padronizadas de como tem que usá-la.
O pessoal de saúde tem que fazer a avaliação desde o começo, e tem que ter cuidado com o temperamento da criança. Somente o que precisa obrigatório ser feita na mesa de exame vamos fazer, por outros procedimentos, se for possível, a criança vai ficar no colo da mãe.
A ficha de desenvolvimento tem que ficar no pro0ntuario da criança, e a padronização por seu uso não pode faltar de qualquer consultório. Para eliminar as possibilidades de erro de procedimento o pessoal sanitário tem que respeitar a mesma forma de padronização.
Tem que anotar a observação no espaço correspondente – a idade, o marco de desenvolvimento que esperávamos, e marcar com P (presente) A (ausente) ou, caso que não podemos fazer tal procedimento NV (não verificado).
RESULTADOS
Cada etapa de desenvolvimento da criança esta baseada nas etapas anteriores – raramente a criança pula uma etapa. Constituam-se verdadeiro “marcos” de evolução que constituam a base dos instrumentos da avaliação.
A avaliação tem que ser feita do ponto de vista holístico, enquanto a avaliação exagerada de um ponto pode acabar vacilando em outro.
O Ministério de Saúde do Brasil adotou uma ficha estandardizada desde 1984, que foi ampliada e revista. Na presente versão ela tem ao lado do desenvolvimento maturativo, um marco e um indicador psíquico. Cada faixa de idade tem 4 indicadores: maturativo, psicomotor, social e psíquico. Existem, também, indicações padronizadas de como tem que usá-la.
O pessoal de saúde tem que fazer a avaliação desde o começo, e tem que ter cuidado com o temperamento da criança. Somente o que precisa obrigatório ser feita na mesa de exame vamos fazer, por outros procedimentos, se for possível, a criança vai ficar no colo da mãe.
A ficha de desenvolvimento tem que ficar no pro0ntuario da criança, e a padronização por seu uso não pode faltar de qualquer consultório. Para eliminar as possibilidades de erro de procedimento o pessoal sanitário tem que respeitar a mesma forma de padronização.
Tem que anotar a observação no espaço correspondente – a idade, o marco de desenvolvimento que esperávamos, e marcar com P (presente) A (ausente) ou, caso que não podemos fazer tal procedimento NV (não verificado).
RESULTADOS
As respostas esperadas pela idade são presentes
A criança, então, esta se desenvolvendo bem, as consultas devem ser
seguidas conforme o programa.
Existe uma falha em alcançar tal marco de desenvolvimento
Neste caso, tem que antecipar a próxima consulta, tentar procurar dados
sobre a situação ambiental da criança, relação mãe filho, oferta de estimulo. A
mãe vai ter que brincar e interagir mais com a criança, durante os cuidados
gerais.
Atraso persistente (considera-se duas consultas!)
Neste caso, provavelmente que existe um retardo psicomotor e a criança
tem que ser encaminhada para ser examinada de um especialista.
VINCULO MÃE FILHO e uma relação
mais sólidas de ponto de visto biológico e social. Ela esta baseada no
instinto materno, cujo se adicionam interferências sociais, psicológicas,
educacionais, culturais e tradicionais. No sistema biossocial da família
moderna os dois pais são implicados no crescimento e desenvolvimento da criança
– porem, a mãe e o fator determinante que vigia e orienta o papel biológico e
social do ser humano.
A qualidade da interação pais-criança depende de muitos fatores:
A qualidade da interação pais-criança depende de muitos fatores:
-A constituição genética e temperamental – tanto dos pais quanto da
criança – elas direcionam o tipo de resposta e a capacidade de adaptação do
casal
-Os fatores culturais, contexto histórico e geográfico, o suporte social
(ações sociais promovidas pela comunidade) as condições econômicas da família
(uma família paupera não pode oferecer condições ótimas)
-O tipo de relação dos pais da criança com os próprios pais )tem valor
preditivo para a relação atual entre pais e criança)
-Tipos de relação familial e a capacidade de adaptação do casal
-A patologia psiquiátrica de cada um dos pais
-A dimensão da família
Na existência do duplex mãe-filho existe uma época privilegiada, quando
as relações mãe criança estabelecem – isto e, pós-parto. A afinidade
brusca que aparece entre a mãe e o feto e chamada na literatura de
especialidade anglo-saxona de “bonding” – o termo sendo introduzido no
léxico medico em 1972. E um processo cuja consequência e uma afinidade
muito forte que se estabelece entre os pais e o nenê. Parece que existem
algumas motivações psicológicas e hormonais, especialmente para a mãe.
A criança também responde ao amor dos pais, especialmente em volta da idade de um ano.
O sentimento materno e baseado no instinto materno – amplificado pelas motivações culturais e tradicionais. A mãe e o fator mais importante do casal – ela que estimula e incentiva o comportamento social da criança. A criança vira um membro com plenos direitos na célula familial – ele vai trazer novos hábitos e novas mudanças de estabilidade – ele vai ser incluído em família.
O mais importante para estimular o comportamento social da criança e o dialogo – significando duas pessoas que interagem. A criança tem que aprender que o dialogo implica reciprocidade, papel de falante e de ouvidor. Mesmo quando a criança ainda não fala a mãe conversa com ele como se fosse um interlocutor verdadeiro. A criança dispõe de muitos canais de sensoriais e perceptivos. A mãe e o lactente tem que ser considerados um sistema complexo, cada duplex mãe criança tendo um tipo especial de relações de harmonização.
Existem diferenças entre a concepção das mães sobre o que a criança normal tem que saber a fazer e o que a criança real pode fazer, de fato. Um grande numero de mães podem ser decepcionadas as vezes do tipo de comportamento e da performances do próprio lactente.
A decepção das mães (por exemplo, as mães que tem uma criança com handicap físico ou psíquico) pode ser justificada ou não. Mas isto significa que essas mães não acostumaram ainda com o modo de comunicação compatível e não sabem as necessidades da criança. Também, as diferenças comportamentais entre os pais e a criança podem influenciar as relações pais-criança. Os pais tem que adaptar as expectativas ao nível das crianças e reconhecer a limite das possibilidades.
Contato visual e a melhor prova que entre a mãe e a criança estabeleceu-se uma relação. Desde o período de recém nascido a mãe procura o contato visual com a criança e consegue varias vezes isso, se ela ficar a 25-30 cm do rosto dele, no campo visual do lactente.
O contato visual com a mãe tem um forte efeito de feedback positivo, confirmando ou infirmando a harmonia do duplex. A duração da interação visual e relacionada direto com o mecanismo de autoconhecimento e a qualidade de interagir. A comunicação não verbal esta mantida não somente pelo contato visual mas também pela gesticulação.
Um momento extremamente importante para a comunicação entre a mãe e a criança e a hora de refeição. E um ótimo momento de interagir. O lactente e feliz quando chega a hora de alimentar (mamar) e fica alegre, porque o momento da refeição e uma oportunidade de interagir com a mãe. E um dos motivos para qual os médicos indicam constantemente manter a amamentação do lactente, porque alem do efeito benéfico do leite materno sobre a saúde da criança a comunicação entre os dois (mãe e criança e ótima nesse momento). Mais que isso, as primeiras manifestações de autonomia do lactente têm relação com a mesma alimentação – e a relação vai desenvolver-se, porque a refeição, junto com a mesma pessoa – a mãe, aumenta as possibilidades e as oportunidades de aprendizagem. Com todas as rigores da vida moderna e ótimo que toda a família seja, pelo menos uma vez por dia, reunida ao redor da mesa de refeição.
Causas que se interpõem entre os pais e a criança:
A criança também responde ao amor dos pais, especialmente em volta da idade de um ano.
O sentimento materno e baseado no instinto materno – amplificado pelas motivações culturais e tradicionais. A mãe e o fator mais importante do casal – ela que estimula e incentiva o comportamento social da criança. A criança vira um membro com plenos direitos na célula familial – ele vai trazer novos hábitos e novas mudanças de estabilidade – ele vai ser incluído em família.
O mais importante para estimular o comportamento social da criança e o dialogo – significando duas pessoas que interagem. A criança tem que aprender que o dialogo implica reciprocidade, papel de falante e de ouvidor. Mesmo quando a criança ainda não fala a mãe conversa com ele como se fosse um interlocutor verdadeiro. A criança dispõe de muitos canais de sensoriais e perceptivos. A mãe e o lactente tem que ser considerados um sistema complexo, cada duplex mãe criança tendo um tipo especial de relações de harmonização.
Existem diferenças entre a concepção das mães sobre o que a criança normal tem que saber a fazer e o que a criança real pode fazer, de fato. Um grande numero de mães podem ser decepcionadas as vezes do tipo de comportamento e da performances do próprio lactente.
A decepção das mães (por exemplo, as mães que tem uma criança com handicap físico ou psíquico) pode ser justificada ou não. Mas isto significa que essas mães não acostumaram ainda com o modo de comunicação compatível e não sabem as necessidades da criança. Também, as diferenças comportamentais entre os pais e a criança podem influenciar as relações pais-criança. Os pais tem que adaptar as expectativas ao nível das crianças e reconhecer a limite das possibilidades.
Contato visual e a melhor prova que entre a mãe e a criança estabeleceu-se uma relação. Desde o período de recém nascido a mãe procura o contato visual com a criança e consegue varias vezes isso, se ela ficar a 25-30 cm do rosto dele, no campo visual do lactente.
O contato visual com a mãe tem um forte efeito de feedback positivo, confirmando ou infirmando a harmonia do duplex. A duração da interação visual e relacionada direto com o mecanismo de autoconhecimento e a qualidade de interagir. A comunicação não verbal esta mantida não somente pelo contato visual mas também pela gesticulação.
Um momento extremamente importante para a comunicação entre a mãe e a criança e a hora de refeição. E um ótimo momento de interagir. O lactente e feliz quando chega a hora de alimentar (mamar) e fica alegre, porque o momento da refeição e uma oportunidade de interagir com a mãe. E um dos motivos para qual os médicos indicam constantemente manter a amamentação do lactente, porque alem do efeito benéfico do leite materno sobre a saúde da criança a comunicação entre os dois (mãe e criança e ótima nesse momento). Mais que isso, as primeiras manifestações de autonomia do lactente têm relação com a mesma alimentação – e a relação vai desenvolver-se, porque a refeição, junto com a mesma pessoa – a mãe, aumenta as possibilidades e as oportunidades de aprendizagem. Com todas as rigores da vida moderna e ótimo que toda a família seja, pelo menos uma vez por dia, reunida ao redor da mesa de refeição.
Causas que se interpõem entre os pais e a criança:
A desorganização da família – a existência dos conflitos
entre os membros do casal influencia negativamente a personalidade da criança
-A adolescência – quando, perto de 18 anos, a criança procura mais
independência (inclusive independência econômica) e encontra, estabelecendo
relações com outra pessoa. A rotura de família não acontece tão rápido, por
causa da falta de dinheiro para se sustentar
-Criança com malformação congênita – e ressentida como um estresse
pelos pais. O impacto negativo e as vezes tão serio, especialmente quando a
malformação muda o aspecto físico normal ou a integridade cranial ou facial .
existem reações variadas neste caso – alguns pais abandonam a criança (psíquico
e físico) outros protegem o deficiente demais. Em ambos os casos e errados,
enquanto, se no primeiro caso o dano será evidente, no segundo, a hiperproteção
vai impedir o deficiente de encarar a vida real – ele vai virar um dependente
mesmo.
-As doenças crônicas da criança (o diabete, a epilepsia, asma, artrite
reumatóide modificam também as relações
-Eventos familiares (falta de um dos pais – temporária ou permanente
(divorcio, óbito), também muda as relações da criança com os pais,
especialmente se um deles for substituído (recasamento)
CONCLUSOES:
O desenvolvimento neurológico e o desenvolvimento psico-social da
criança são noções distintas, embora interligadas, que decidem o perfil
bio-social de um novo ser humano que esta se formando e educando, por isso, a
importância na avaliação clinica do pediatra e um das principais prioridades.
Eles se constituem em indicadores do individuo social.
A característica fundamental do cérebro da criança e a plasticidade
– a capacidade de modelar os princípios, as decisões e as experiências em
função de interação com o médio ambiente e com a sociedade. O que e mais
importante e que, mais jovem sendo a criança, mas plasticidade neuro -cerebral
ele possuirá; por isso, acontecimentos da infância podem deixar marcas
persistentes e padrões de comportamento difícil de mudar mais tarde.
A direção do desenvolvimento neuromotor da criança acontece no sentido
de cima pra baixo e do centro ate a periferia. Cada mês da época de lactente
traz uma coisa nova, mas começa com o desenvolvimento da extremidade cefálica e
acaba descendo e desenvolvendo a motilidade das regiões mais declinas. A
característica faz parte das leis do crescimento.
O principio básico do comportamento psico -social de uma criança e a
interação, tanto com os seres da família quanto com a sociedade. O
desenvolvimento neurológico e geneticamente orientado – no entanto, a atitude psicossocial,
as decisões que a criança toma, o jeito de encarar as situações próprias da
idade e as relações com a turma de mesma idade é dependente de experiência que
esta interação lhe oferece.
Conforme a teoria de desenvolvimento e característica a existência de
oito etapas na vida de um individuo, cada uma marcada de uma idade. Em cada caso tem
vórtice negativo e positivo, mas a finalidade é marcar a trajetória bio-psicosocial de cada
um, já que e obrigatório existir um conflito por cada época e os conflitos
trazem experiência e aprendizagem
Cada consulta medica da criança tem que ser acompanhada de uma avaliação
do crescimento e desenvolvimento. Escapar um detalhe que mais tarde vire uma
problema grave e um incidente lamentável, que o medico tem que evitar. Existem
formulários padronizados pelo Ministério da Saúde, e os procedimentos tem que
ser conformes com os requerimentos – o quadro do desenvolvimento da criança
pode ser um indicador valioso nas futuras avaliações.
Essencial no desenvolvimento da criança e o vinculo mãe-filho cujo
principio básico não e aumentar as performances da criança, mas sim estabelecer
uma comunicação (seja ela mesmo não -verbal) e as necessidades da criança.
Mesmo sendo os dois pais implicados a mãe tem o papel fundamental – ela
estabelece a comunicação com criança não somente através do contato visual, mas
tambem durante os intervalos de refeição.
Referências:
Aleitamento Materno. José Dias Rego. Atheneu, 2001.
Allmond B, Tanner J: The
Family Is the Patient. Baltimore, Williams & Wilkins, 1999.
Almeida, Amélia Miyashiro Nunes dos Santos,Ana Lúcia Goulart, Ruth
Guinsburg, Benjamin Israel Kopelman, Milton Harumi Miyoshi ISBN: 85-7379-662-6.
Atheneu 2004.
Avery's Diseases of the
Newborn. 8th.ed. H. William Taeusch, Roberta A.
Jornal Viver bem Saude
The Meaning of Adult
Education (1926), por Eduard Lindeman
Ballard, Christine A.
Gleason, Elsevier. 2005
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde.
Departamento de Atenção Básica.Saúde da criança: acompanhamento do crescimento
e desenvolvimento.
Chess S, Thomas A:
Temperament in Clinical Practice. New York, Guilford Press, 1986.
Diagnóstico e Tratamento em Neonatologia. 1.ed. Maria Fernanda Branco de
Eisenberg L: Experience,
brain, and behavior: The importance of a head start. Pediatrics
1999;103:1031–5.
Emergências em Pediatria. 7.ed. Murahovschi, J. Sarvier. ISBN: 8573780762. 1997
Erikson EH: Childhood and
Society, 2nd ed. New York, WW Norton, 1963.
Infecções Perinatais. Calil Kairalla Farhat & Benjamin Israel
Kopelman. Atheneu 1992
Manual de neonatologia.
5.ed. John P. Cloherty , Ann R. Stark , Eric C. Eichenwald. ISBN:
8527710307. Guanabara Koogan. 2005.
Nelson Tratado de Pediatria. 17.ed. 2 vol. Ricard E. Behrman, Robert Kliegman, Waldo E. Nelson. Elsevier.
ISBN: 8535213961. 2005
Pediatria - Diagnóstico + Tratamento. 6.ed. Murahovschi, J. São Paulo,
Sarvier 2003. ISBN: 857378136X
Pediatria Básica - Tomo III - Pediatria Especializada. Tomo: 3. 9.ed..
Ramos, José Lauro Araujo; Costa Vaz, Flávio Adolfo; Marcondes, Eduardo. ISBN:
8573781475. Sarvier 2004
Pediatria Básica: Pediatria Clínica Geral. Tomo: 2. 9.ed.Eduardo
Marcondes, Flavio Adolfo Costa Vaz, Yassuhiko Okay , Jose Lauro Araujo Ramos.
Sarvier. ISBN: 8573781327. 2003
Pediatria Básica: Pediatria Geral e Neonatal. Tomo: 1. 9.ed. Eduardo
Marcondes Flavio Adolfo Costa Vaz et al. Y. Okay Editora: Sarvier. ISBN:
8573781203. 2002
Perinatologia - Fundamentos e Prática. 1.ed. Conceição AM Segre. Sarvier. 2002
Rutter M: Nature, nurture
and development: From evangelism through science toward policy and practice.
Child Dev 2002;73:1–21.
Assinar:
Postagens (Atom)