TRABALHOS DE TRABALHOS DE ENFERMAGEM

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Os mandamentos do namoro cristão


I
Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados.
II
Não se prenda a um jugo desigual, (2 Co. 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado. E atenção: mesmo pessoas que frequentam igrejas evangélicas podem não ser verdadeiros convertidos ou não levarem o relacionamento com Deus a sério.
III
Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual  ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais,  mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento.
IV
Diga não ao sexo antenupcial: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas  pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento, fora dele é impureza.
V
Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro.  Desrespeito é falta de amor;
VI
Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.
VII
Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra  seus sentimentos ou escondê-los;
VIII
Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial. Estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite  conversar sobre qualquer assunto pertinente;
IX
Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento.
X
Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: O Casal e Deus.  Ele com certeza abençoará e os ajudará em momentos de dificuldades.

ORAÇAO DE SANTO ANTONIO

 
"Bendito seja Deus, em Seus anjos e em Seus santos"


Oh! Santo Santo António, lírio dentre os santos, vosso amor a Deus e caridade por vossos irmãos, fez-vos digno, quando na terra, de possuir poderes milagrosos.
Incentivado por este pensamento, eu te imploro que obtenhas para mim (pedido).
Oh! gentil e amoroso Santo António, cujo coração estava sempre cheio de simpatia humana, faça meu pedido aos ouvidos do doce Menino Jesus, a quem carregastes com amor em vossos braços, e a gratidão meu coração entrego ao Menino Jesus, pelos beneficios que vos concedeu, oh! querido Santo Antônio.Amém.

Biografia de Santo António de Lisboa

 
Em Coimbra estudou teologia, foi  ordenado Sacerdote (Congregação  dos Agostinianos) e especializou -se, mais tarde, nas Sagradas Escrituras, de que tanto gostava.
     
Santo António era português, nasceu em Lisboa em 15 de Agosto de 1195 e seu nome de baptismo era Fernando de Bulhões. Filho de Maria Teresa de Taveiro e Martinho de Bulhões conheceu a Fé Cristã na casa rica e nobre, em que morava. Fernando estudou na Escola dos Cónegos da Catedral de Lisboa, onde teve uma profunda educação religiosa. Aos 15 anos decidiu  ser   padre e depois dessa decisão, teve 10 anos de estudos.
Um certo dia o então Padre Fernando vê bater à porta de seu convento cinco frades franciscanos que estavam se preparando na oração  e  na penitência para uma acção missionária em Marrocos. Durante esse tempo, manteve com eles uma relação de amizade e admiração. Quando os frades resolveram viajar para a África, despediram-se  do Padre Fernando    alegres e partiram com os pés descalços, que retratavam a vida pobre e singela, alegre e cheia de  simplicidade e fé que levavam. Fernando de Bulhões viu então o quanto a sua vida era diferente daquela. Mediocridade, comodismo e distância dos problemas do povo cristão e não cristãos foram os principais  problemas percebidos por ele.
Em 1220, recebeu a notícia de que os cinco missionários franciscanos que tinham ido a África, estavam  de regresso... mortos!
Após cruéis sofrimentos, tinham sido assassinados por pregarem o Evangelho em terras da África. Ao ver o exemplo dos cinco missionários, decidiu então tornar-se frei. Vestiu o hábito franciscano, deixou o nome de Fernando e adoptou o de António.
Após uma frustada tentativa de viajar a Marrocos, em companhia do Frei Filipino, foi  forçado a aportar  na Sicília, em 1221. Pensa-se que no mesmo ano, encontrou São Francisco em Assis, no famoso Capítulo
das Esteiras.
Santo  António morreu em 13 de junho de 1231, em Pádua, aos 36 anos de idade e com uma vida de intensa pregação da Palavra de Deus por toda a Itália.  Foi sepultado na igrejinha do Convento de Santa  Maria de Torricelle.  Um mês depois, os habitantes de Pádua pediram ao Papa Gregório IX que elevasse   António às honras do altar. Reconhecidas a doutrina e a Santidade de António de Pádua, foi canonizado   antes de completar-se 1 ano de sua morte (11 meses). Em 16 de janeiro de  1946, o Papa Pio XII proclama Santo António, Doutor da Igreja, com o título de Doutor Evangélico.

terça-feira, 10 de junho de 2014